A revista Vida Simples conversou com Lucas Freire sobre algo que parece simples na superfície e é mais radical do que aparenta: como recuperar o ritmo do prazer no cotidiano. Não o prazer-prodão que vende cursos; o prazer que sustenta vida.

A pergunta que orienta a entrevista

Por que tanta gente sente, no fim do dia, uma sensação de cansaço sem ter feito nada que deveria cansar tanto? E por que, ao mesmo tempo, falta espaço pra coisas que sempre nos deram leveza — ler, conversar sem horário, andar sem destino, fazer algo com as mãos?

O Play é um jeito de estar no mundo. É quando você faz alguma coisa porque ela é a coisa em si — não pelo que vai render, não pelo que vai postar, não pelo que vai provar. É uma das poucas experiências humanas que sobrevivem fora da lógica de performance. Recuperar o Play é recuperar a capacidade de viver sem traduzir tudo em produtividade.

Lucas Freire, em entrevista à Vida Simples

Caminhos práticos

A reportagem traz convites concretos pra quem se reconhece nesse cansaço difuso: começar pequeno, escolher uma atividade que você já gostava antes de virar adulto-funcional, e proteger esse tempo como se fosse compromisso de trabalho. Não porque é técnica de produtividade; porque é cuidado com a própria vida.


Reportagem publicada em vidasimples.co · Saúde Emocional · 2026.

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